O governo do estado do Paraná, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SESA-PR), confirmou dois casos de hantavírus, um na cidade de Pérola d’Oeste e outro em Ponta Grossa.
Além da confirmação dos casos, a SESA ainda investiga 11 suspeitas e já descartou outras 21. Os pacientes infectados são um homem de 34 anos e uma mulher de 28.
Segundo a Secretaria, a doença está controlada no estado do Paraná e a rede pública de saúde continua monitorando os casos suspeitos.
Entretanto, a SESA informou em nota que os casos registrados no Paraná não possuem nenhuma relação com os do cruzeiro que saiu da Argentina:
"Não há registro da circulação do vírus Andes no Paraná, que tem transmissão viral, de pessoa para pessoa, como os casos confirmados pela OMS. Os casos identificados no Estado são da cepa silvestre, transmitida por meio de animais silvestres (roedores). Não há qualquer surto registrado".
César Neves, secretário de saúde do Paraná, diz que a população não precisa ter uma preocupação exacerbada:
Não temos ainda nenhum motivo para pânico ou termos uma preocupação mais exacerbada.Cesar Neves, secretário de saúde do estado do Paraná
Proximidade entre Pérola d’Oeste e Argentina
Um dos casos foi registrado em uma cidade próxima da fronteira com a Argentina. O país vizinho vive dilema com o aumento recente das infecções. Desde junho de 2025, 101 casos foram registrados, sendo 42 apenas neste ano.
Na fase inicial, os primeiros sinais são: febre; dor nas articulações; dor de cabeça; dor lombar; dor abdominal e sintomas gastrointestinais. Quando a doença avança para fase cardiopulmonar, os sintomas os seguintes: febre; dificuldade de respirar; respiração acelerada; aceleração dos batimentos cardíacos; tosse seca e pressão baixa.
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